post nº 205

pacote de ferramentas de administração do windows server 2003

O Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003 R2 fornece ferramentas de gestão de servidores que permitem aos administradores gerirem remotamente computadores que executam a família de sistemas operativos do Windows Server 2003 R2. Estes pacotes contêm consolas de gestão para Gestão de Impressão, Gestor de Recursos do Servidor de Ficheiros, Sistema de Ficheiros Distribuído e Gestão de Identidade para Unix. Adicionalmente, a ferramenta Gestão de Impressão permite a administração remota de computadores que executam a família de sistemas operativos do Windows 2000, Windows XP e Windows Server 2003. Estas consolas de gestão são fornecidas em adição às ferramentas incluídas no Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003 Service Pack 1. - Microsoft

Após efectuar o download do Adminpack (Windows Server 2003 Service Pack 1 Administration Tools Pack ou Windows Server 2003 R2 Administration Tools Pack), é necessário registar as respectivas DLLs correctamente. Para tal, basta copiar as DLLs que estão neste ficheiro para o prompt de comando MS-DOS.

Um exemplo prático da funcionalidade deste Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003: se tiverem de trabalhar no Active Directory Users and Computers do Domínio da rede, não têm de dirigir-se fisicamente ao servidor, nem precisam de entrar por Remote Desktop ou através de qualquer outro software de computação remota, como o VNC Viewer por exemplo.
O que têm de fazer é tão simples como ir ao Menu Iniciar do PC que utilizam para trabalhar e expandir o menu Ferramentas Administrativas que foi criado com a instalação do Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003.

Maravilha! :mrgreen:

raios partam este blog!



twitter: ainda não será desta que vou twittar!

Não digo que o Twitter não seja interessante, tem uma coisas engraçadas e tal, mas penso que não tenho futuro numa coisa daquelas. Apesar de passar muitas das 24 horas do dia online (exceptuando as horas das refeições e de laser, onde se inclui o soninho à noite), a verdade é que não tenho paciência para aquilo. Poderia acrescentar que também não tenho tempo, mas o Twitter não nos rouba muito tempo. O Twitter serve para irmos lá escrever coisas rápidas tais como: Acabei de ver um avião a passar em frente ao meu gabinete!; Vou ao WC… ou Porra! Esqueci-me de pôr açúcar no café!!.
Uma das características boas no Twitter é o número limite de caracteres utilizados: 140. Nem mais nem menos. Assim, se querem descrever ao pormenor a mini-saia ou a cor dos olhos e do cabelo do avião, o melhor que fazem é criar um blog. Photoblog, de preferência, em casos de aviões.

Por agora não vou dar continuidade à minha participação neste serviço da Web 2.0 que tantos utilizadores tem conquistado pela World Wide Web fora. Talvez um dia, quem sabe, “leve a coisa mais a sério”. Até lá desejo as melhores felicidades ao Twitter e espero sinceramente que ele nunca caia na degradação deprimente que invade outros serviços da Web 2.0. Como este.

my language is very expensive for your mouth

Numa tentativa de internacionalização do mb|Weblog, decidi que o título deste post seria escrito em inglês. E assim foi.

Nós - portugueses - somos quase todos uns tesos. Cada vez mais tesos. No entanto temos algo extremamente valioso: a língua portuguesa. A nossa língua é rica no vocabulário, é rica nas distâncias percorridas pelos quatro cantos do mundo, desde que os nossos antepassados resolveram aventurar-se por mares desconhecidos em busca de um futuro melhor para os seus descendentes - engraçado… um futuro melhor para nós, que estamos tesos ao fim de uns séculos. A língua portuguesa é ainda rica no significado que dá a sentimentos, como saudade, por exemplo.
Não pensem que vou aproveitar este momento para criticar o tão conhecido e actual acordo ortográfico, não é esse o objectivo deste post. Prefiro não falar agora do assunto que tantas palavras ditas e escritas tem lançado para a opinião pública. Prefiro falar de palavras e de expressões verbais tão tipicamente portuguesas. De tal forma que só poderiam ser atribuídas à língua portuguesa.
Não sei como é convosco, mas eu, quando cometo uma faux pas¹ (termos que designam acções ou palavras impensadas que involuntariamente causam constrangimento ao autor e/ou às pessoas a ele próximas - Link ²) justifico-me sempre com a desculpa que a língua portuguesa é uma língua traiçoeira. E se repararem nos pseudo-intelectuais, estes arrematam a expressão referida com o toque final «mas é uma língua rica meu caro». Temos palavras e expressões que são só nossas, só para nós têm “aquele” significado especial. Veja-se mais uma vez a força da palavra saudade. Haverá algum outro sentimento que seja tão forte, sincero e genuíno, quer pelo que representa na nossa forma de estar na vida quer na palavra que o designa? Uma coisa é sentir falta, outra é sentir saudade. Perguntem a um estrangeiro, a um inglês por exemplo, o que ele diz quando sente falta de algo ou de alguém. “I miss…” - será a resposta dele. Depois tentem - tentem apenas - explicar-lhe o significado de saudade.
Mas existem outros casos que evidenciam o carácter genuíno da língua portuguesa. Vamos lá buscar o inglês novamente, chamemos-lhe Michael. Suponham que a meio da vossa tentativa de explicar-lhe o significado do sentimento e da palavra saudade, ele põe em causa a vossa nacionalidade, isto é, o cromo pensa que vocês estão a gozar com ele e questiona - “Are you really fuckin’ portuguese?”. Que expressão podem utilizar nestes momentos em que a vossa nacionalidade - um dos vossos motivos de orgulho, certamente - é posta em causa? Como provar ao Mike que são portugueses, dos genuínos?

Vai bardamerda!! ³

¹ Assumo, através deste termo, uma atitude tipicamente peneirenta francesa neste post.
² Vim parar aqui ao pesquisar por gafe.
³ © Copyright Tuga

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