
pacote de ferramentas de administração do windows server 2003
Publicado 16/Maio/2008 Informática 0 ComentáriosO Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003 R2 fornece ferramentas de gestão de servidores que permitem aos administradores gerirem remotamente computadores que executam a família de sistemas operativos do Windows Server 2003 R2. Estes pacotes contêm consolas de gestão para Gestão de Impressão, Gestor de Recursos do Servidor de Ficheiros, Sistema de Ficheiros Distribuído e Gestão de Identidade para Unix. Adicionalmente, a ferramenta Gestão de Impressão permite a administração remota de computadores que executam a família de sistemas operativos do Windows 2000, Windows XP e Windows Server 2003. Estas consolas de gestão são fornecidas em adição às ferramentas incluídas no Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003 Service Pack 1. - Microsoft
Após efectuar o download do Adminpack (Windows Server 2003 Service Pack 1 Administration Tools Pack ou Windows Server 2003 R2 Administration Tools Pack), é necessário registar as respectivas DLLs correctamente. Para tal, basta copiar as DLLs que estão neste ficheiro para o prompt de comando MS-DOS.

Um exemplo prático da funcionalidade deste Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003: se tiverem de trabalhar no Active Directory Users and Computers do Domínio da rede, não têm de dirigir-se fisicamente ao servidor, nem precisam de entrar por Remote Desktop ou através de qualquer outro software de computação remota, como o VNC Viewer por exemplo.
O que têm de fazer é tão simples como ir ao Menu Iniciar do PC que utilizam para trabalhar e expandir o menu Ferramentas Administrativas que foi criado com a instalação do Pacote de Ferramentas de Administração do Windows Server 2003.
Maravilha!



Não digo que o Twitter não seja interessante, tem uma coisas engraçadas e tal, mas penso que não tenho futuro numa coisa daquelas. Apesar de passar muitas das 24 horas do dia online (exceptuando as horas das refeições e de laser, onde se inclui o soninho à noite), a verdade é que não tenho paciência para aquilo. Poderia acrescentar que também não tenho tempo, mas o Twitter não nos rouba muito tempo. O Twitter serve para irmos lá escrever coisas rápidas tais como: Acabei de ver um avião a passar em frente ao meu gabinete!; Vou ao WC… ou Porra! Esqueci-me de pôr açúcar no café!!.
Uma das características boas no Twitter é o número limite de caracteres utilizados: 140. Nem mais nem menos. Assim, se querem descrever ao pormenor a mini-saia ou a cor dos olhos e do cabelo do avião, o melhor que fazem é criar um blog. Photoblog, de preferência, em casos de aviões.
Por agora não vou dar continuidade à minha participação neste serviço da Web 2.0 que tantos utilizadores tem conquistado pela World Wide Web fora. Talvez um dia, quem sabe, “leve a coisa mais a sério”. Até lá desejo as melhores felicidades ao Twitter e espero sinceramente que ele nunca caia na degradação deprimente que invade outros serviços da Web 2.0. Como este.
Numa tentativa de internacionalização do mb|Weblog, decidi que o título deste post seria escrito em inglês. E assim foi.
Nós - portugueses - somos quase todos uns tesos. Cada vez mais tesos. No entanto temos algo extremamente valioso: a língua portuguesa. A nossa língua é rica no vocabulário, é rica nas distâncias percorridas pelos quatro cantos do mundo, desde que os nossos antepassados resolveram aventurar-se por mares desconhecidos em busca de um futuro melhor para os seus descendentes - engraçado… um futuro melhor para nós, que estamos tesos ao fim de uns séculos. A língua portuguesa é ainda rica no significado que dá a sentimentos, como saudade, por exemplo.
Não pensem que vou aproveitar este momento para criticar o tão conhecido e actual acordo ortográfico, não é esse o objectivo deste post. Prefiro não falar agora do assunto que tantas palavras ditas e escritas tem lançado para a opinião pública. Prefiro falar de palavras e de expressões verbais tão tipicamente portuguesas. De tal forma que só poderiam ser atribuídas à língua portuguesa.
Não sei como é convosco, mas eu, quando cometo uma faux pas¹ (termos que designam acções ou palavras impensadas que involuntariamente causam constrangimento ao autor e/ou às pessoas a ele próximas - Link ²) justifico-me sempre com a desculpa que a língua portuguesa é uma língua traiçoeira. E se repararem nos pseudo-intelectuais, estes arrematam a expressão referida com o toque final «mas é uma língua rica meu caro». Temos palavras e expressões que são só nossas, só para nós têm “aquele” significado especial. Veja-se mais uma vez a força da palavra saudade. Haverá algum outro sentimento que seja tão forte, sincero e genuíno, quer pelo que representa na nossa forma de estar na vida quer na palavra que o designa? Uma coisa é sentir falta, outra é sentir saudade. Perguntem a um estrangeiro, a um inglês por exemplo, o que ele diz quando sente falta de algo ou de alguém. “I miss…” - será a resposta dele. Depois tentem - tentem apenas - explicar-lhe o significado de saudade.
Mas existem outros casos que evidenciam o carácter genuíno da língua portuguesa. Vamos lá buscar o inglês novamente, chamemos-lhe Michael. Suponham que a meio da vossa tentativa de explicar-lhe o significado do sentimento e da palavra saudade, ele põe em causa a vossa nacionalidade, isto é, o cromo pensa que vocês estão a gozar com ele e questiona - “Are you really fuckin’ portuguese?”. Que expressão podem utilizar nestes momentos em que a vossa nacionalidade - um dos vossos motivos de orgulho, certamente - é posta em causa? Como provar ao Mike que são portugueses, dos genuínos?
Vai bardamerda!! ³
¹ Assumo, através deste termo, uma atitude tipicamente peneirenta francesa neste post.
² Vim parar aqui ao pesquisar por gafe.
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